MINICURSOS

Cursos Disponíveis

CURSO 1 - AVALIAÇÃO DA INCERTEZA – FERRAMENTA DA QUALIDADE

Data: 07 de dezembro de 2015
Local: Universidade Tiradentes – UNIT – Aracaju – SE
Carga Horária: 8 horas
Inicio: 8h30min
Término: 17h30min

INTRODUÇÃO

A estimativa das incertezas em medição é requisito básico na emissão de resultados com a qualidade e confiabilidade. É necessária a qualquer laboratório, seja da indústria, do meio acadêmico ou prestador de serviços, em ensaios e calibrações, além de ser requisito da norma ABNT ISO/IEC 17025. 

OBJETIVO

O presente curso visa capacitar profissionais envolvidos em diferentes áreas do conhecimento de forma que possam estimar e avaliar a incerteza de medição em seus procedimentos analíticos.

PROGRAMAÇÃO

  • Apresentação e análise do conceito de incerteza de medição
  • Comparação entre diferentes tipos de cálculos utilizados na estimativa da incerteza de medição
  • Pré–requisitos para a avaliação da incerteza de medição
  • Procedimento de cálculo (identificação das fontes de incerteza, cálculos das incertezas padrão, cálculo dos coeficientes de sensibilidade, cálculo das incertezas combinada e expandida)
  • Utilização, em grupo, da planilha de cálculo
  • Análise crítica e apresentação dos resultados

PUBLICO ALVO

Gerentes, Supervisores e Técnicos de Laboratórios, Metrologistas, Laboratoristas, Técnicos de Manutenção de Instrumentos de Medição

INSTRUTOR

WALTER LINK

Formação em engenharia mecânica na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - USP (1964 -1968), atuou como Pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas – Divisão de Engenharia Mecânica  (1968-1998), Professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - USP (1972 -1997), Professor convidado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - (2000 – 2013) e Consultor Autônomo – LINK CONSULTORIA Ltda. (2000 - 2015)
Titulação:
Doutor por Notório Saber –  Universidade de São Paulo – USP São Carlos
Doutor por Notório Saber –  Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Natal

 

CURSO 2: QUALIDADE DA ÁGUA NA AGRICULTURA IRRIGADA

Data:07 de dezembro de 2015
Local: Universidade Tiradentes – UNIT – Aracaju – SE
Carga Horária: 8 horas
Inicio: 8h30min
Término: 17h30min

PROGRAMAÇÃO

  • Abertura
  • Principais parâmetros utilizados na avaliação da qualidade da água para irrigação 
  • Classificação da água para irrigação
  • Efeito da qualidade da água no crescimento e produção das culturas
  • Efeito da qualidade da água nas propriedades do solo
  • Qualidade da água e impacto em sistemas de irrigação
       Aspectos físicos de qualidade
       Aspectos químicos de qualidade
       Aspectos biológicos de qualidade
  • Impactos nos sistemas de irrigação
       Corrosão e incrustação
       Entupimento de emissores
       Funcionamento dos sistemas
  • Tratamento da água para sistemas irrigados
       Princípios físicos
       Princípios químicos
       Princípios biológicos
  • Encerramento

INSTRUTORES:

RONALDO SOUZA RESENDE

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal da Paraíba (1986), Especialização em Irrigação pelo International Irrigation Center da Utah State University (1995), Mestrado (2000) e Doutorado (2004) em Irrigação e Drenagem pela USP - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Atualmente é pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e professor associado ao Curso de Pós-graduação em Recursos Hídricos da Universidade Federal de Sergipe. Atuou de 2007 a 2013 como Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Tabuleiros Costeiros e desde 2014 como Chefe de Transferência de Tecnologia dessa Unidade da Embrapa. Tem experiência na área de Gerência de perímetros de irrigação e trabalha na área de sistemas irrigados e manejo da irrigação, com ênfase em irrigação localizada e aspersão e manejo da irrigação em culturas anuais (principalmente cana-de-açúcar) e fruticultura (coco), atuando nos seguintes temas: manejo da irrigação, gotejamento, entupimento de emissores em irrigação localizada, engenharia de água e solo e fertirrigação.

JULIO ROBERTO ARAUJO DE AMORIM

Possui graduação em Tecnologia Química (1981) e em Agronomia (1986), pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL. Mestrado em Engenharia Agrícola (1994), área de Irrigação e Drenagem, pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB. Atualmente, é pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em engenharia de água e solo, atuando, principalmente, nos seguintes temas: recursos hídricos, bacias hidrográficas, manejo de água, qualidade da água e gestão ambiental.

 

CURSO 3: CERTIFIED REFERENCE MATERIALS AND PROFICIENCY TESTING MATERIALS FOR CHEMICAL MEASUREMENTS: ASSIGNMENT OF VALUES

Data:08 de dezembro de 2015
Local: Universidade Tiradentes – UNIT – Aracaju – SE
Carga Horária: 4 horas
Inicio: 8h30min
Término: 12h30min

COURSE OBJECTIVE:

Assignment of appropriate values for Certified Reference Materials and Proficiency Testing Materials are critical for their use by testing laboratories, regulatory authorities, accrediting authorities, etc. in establishing appropriate traceability and quality and for facilitating acceptance of chemical measurement results.

This short course will include the planning, design, and implementation of value-assignment projects for CRMs and PT materials to address fit-for-purpose needs. Choice and use of CRMs by the user community will be discussed. Examples of value assignment using different approaches will be provided as will updates of the relevant ISO documents and a reference list.

COURSE OUTLINE:

  • Value assignment of CRMs and/or PT materials
      Needs and general principles for value assignment of property values
      Planning / Design / Implementation of value-assignment project to address fit-for-purpose needs including appropriate:
           choice of “measurand”
           value assignment mechanism/approach: choice and appropriate implementation
           traceability linkage
           homogeneity and stability
           certificate/report
           uncertainty components and expression
      Practical applications and real-world examples of value assignments using different approaches as fit for varying needs of communities being served.
  • Relevant ISO and Accreditation documents for value-assignment of CRMs and/or PT materials including status of updates
  • Use of CRMs by Testing Laboratoriesbr
      Choice appropriate CRMs
      Use of CRMs
  • References / guidelines / websites, etc. for further detailed information, use, and study for course participants

INSTRUTORA:

REENIE PARRIS

Scientific Advisor to the Director of the NIST Chemical Science and Technology Laboratory

National Institute of Standards and Technology – NIST

HAVERÁ TRADUÇÃO SIMULTÂNEA

 

CURSO 4: CONCEPTS, CRITERIA AND PROCEDURES FOR VALID MEASUREMENT

Data: 08 de dezembro de 2015
Local: Universidade Tiradentes – UNIT – Aracaju – SE
Carga Horária: 4 horas
Inicio: 14h00
Término: 18h00

COURSE OBJECTIVE

Chemical measurements are undertaken to support a wide range of activities, from pharmaceutical development, forensic analysis and medical studies, to assessments of food safety and authenticity. Whatever the reasons for the measurements, it is essential that the data are reliable and fit for purpose. Quality assurance procedures and method validation are essential for establishing the quality of measurement data. Traceable measurements ensure that data obtained in different places and at different times are comparable. The importance of formal method validation and traceability is reflected by their inclusion in laboratory accreditation standards and many regulations which are enforced through chemical measurements.

This short course offers an introduction to the key principles underpinning valid measurement and provides guidance on planning their effective implementation.

COURSE OUTLINE

  • Introduction to fitness for purpose and reliable measurements
  • Example: How errors occur in chemical measurements
  • Structured approach to valid analytical measurements
  • Questions/discussion
  • Ensuring reliable measurements using reference materials and proficiency testing
  • Example: Assessing measurement bias with CRMs
  • Ensuring internationally traceable measurements
  • Questions/discussion

INSTRUTOR

MIKE SARGENT

Chief Chemical Metrologist
UK Laboratory of the Government Chemist – LGC

Dr Mike Sargent is an analytical chemist with over 45 years experience of trace analysis, reference materials production, analytical quality assurance, laboratory management and chemical metrology. He has worked for Shell Research, the UK Laboratory of the Government Chemist, the UK Department of Trade and Industry and LGC Ltd. As LGC’s Chief Chemical Metrologist, Dr Sargent played a leading role in developing UK and international chemical metrology. He represents the UK at EURAMET, the European metrology organization, and at the global body for chemical and biological metrology, CCQM. Mike has chaired the Inorganic Analysis Working Group of the CCQM since 1997. He is well-known for his role in creating and developing the UK’s Valid Analytical Measurement (VAM) Programme and chairs or participates in a number of UK committees for analytical chemistry and reference material production.

HAVERÁ TRADUÇÃO SIMULTÂNEA

 

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Patrocínio Especial:

Apoio:

Tratamento de água
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